9 e 10/9/2022
Com duas parados na estrada, chegamos no Porto ao meio-dia.
Ficamos no Vila Galé Porto Ribeira.
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O hotel fica situado de frente para o Rio Douro, a cerca de 2 Km do Cais da Ribeira.
Quando estávamos saindo, ligaram avisando que o quarto estava pronto. Passeamos ainda pela Ribeira e voltamos a pé para o Hotel. Ainda tentamos pegar o bonde, mas demorou tanto que fomos caminhando.
Subimos para o quarto, e dormimos umas 3 horas. Acordamos e fomos jantar no restaurante IN Diferente. Fica um pouco afastado do centro turístico, mais perto da foz do Rio Douro.
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Foi muito gostoso. Apesar de oferecerem um menu degustação, optamos por pedir a la carte, harmonizando com vinhos diversos servidos em taças. Duas entradas, dois pratos e uma sobremesa.
De primeira entrada, dividimos o carpaccio de polvo, acompanhado com vinho verde.
Eu pedi o lombo de novilho nacional, e acompanhei com um vinho tinto syrah do Algarve da Costa Vicentina.
De sobremesa, pedimos um pastel de nata da casa, com um vinho do Porto branco.
Tudo estava fora de série. Uma verdadeira experiência gastronômica!
11/9/2022ã
Apesar da previsão de chuva, amanheceu um dia bastante ensolarado. Depois do café fizemos um passeio muito gostoso pelo centro do Porto.
Pegamos o bonde 18 até a igreja do Carmo.
Ela tem uma linda parede de azulejos na parte de fora.
De lá passamos na pelo Jardim das Oliveiras
e pela torre dos clérigos, mas desta vez não subimos (fizemos isso na viagem de 2010).
Também não entramos na livraria Lello, pois tinha uma fila enorme e agora cobram ingressos (visitamos da outra vez).
Caminhamos até a Estação São Bento, com seus lindos azulejos.
Passamos ainda na Igreja de Santo Antônio dos Congregados, que fica do lado, mas estava tendo missa.
Subimos até a igreja de Santo Idelfonso,
e de lá entramos na rua de Santa Catarina, passando pelo Majestic café (fechado)
até a capela das Almas.
Como o mercado do Bolhão estava fechado, pegamos um Uber até o restaurante Capa negra II. Eu provei a francesinha com um chopp (um fino) e a Carmem um prego de lombo (sanduíche de filé mignon) com uma Pepsi.
Voltamos para o hotel, pegamos o carro e seguimos para Santa Maria da Feira, que fica a cerca de 30 km do Porto, e a Carmem ficou com vontade de visitar após ver em um programa de turismo.
Visitamos a igreja matriz,
passeamos pela cidade
De lá dirigimos até Vila Nova de Gaia e visitamos o Jardim do Morro e o Mosteiro de Nossa Senhora do Pilar, onde tivemos lindas vistas do Porto.
Fomos jantar no restaurante La Ricotta, que fica no centro do Porto.
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De entrada, dividimos a burrata artesanal com presunto ibérico 5 jota e nozes. Gostoso, mas o mais normal da refeição.
De principal, a Carmem pediu o linguine nero com mexilhões, camarões e amêijoas, que ela achou excelente.
Eu pedi o filé mignon de porco ibérico com molho de vinho do Porto Ruby acompanhado de batata doce assada e creme de espinafre. Sensacional.
De sobremesa, dividimos um tiramisú com licor de Amaretto. Fora de série.
Acompanhamos a entrada com uma taça de um branco do Alentejano. Eu acompanhei o porco com um tinto de Trás-os-Montes e a sobremesa com um Porto Tawny 10 anos.
Depois do café da manhã, fizemos o check-out e viajamos para a região do Douro. Foi cerca de uma hora e meia de viagem em excelente estradas.
Fomos direto para a Quinta do Vallado, onde fizemos a visita guiada e a degustação de cinco vinhos.
Depois, seguimos para o nosso hotel em Lamego. Ficamos no Lamego Hotel & Life.
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Logo depois do check-in, saímos para passear na cidade. Fomos primeiro para o Santuário de Nossa Senhora da Remédios. Fica em um morro e, para chegar lá, tem que subir quase 700 degraus. Mas fomos direto de carro até lá em cima.
Depois descemos e tiramos fotos de baixo,
passeamos pelo centrinho e visitamos a Catedral de Lamego.
Ainda aproveitamos um pouco a piscina do hotel, que é interna e aquecida,
e fomos jantar no restaurante do próprio hotel: O Comendador.
De entrada, dividimos o queijo brie gratinado com mel pinhões torrados e presunto reserva. Excelente. Acompanhamos com taças de espumante de Lamego (é uma das poucas regiões que faz espumantes em Portugal - bons, mas inferiores aos nossos).
13/9/2022
Amanheceu um dia chuvoso, e refizemos os planos para ficar mais perto do hotel. Primeiro fomos passear em Passo da Régua.
De lá fizemos uma visita à Quinta da Portela de Baixo, que foi muito agradável. Não havíamos programado - foi o hotel que indicou. A vista era linda, os vinhos eram bons e nos serviram diversas comidinhas.
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O restaurante é bastante requisitado e tivemos que fazer reserva antecipada. O ambiente era elegante e agradável.
De entrada, dividindo as vieiras em cama de maçã, que estavam bastante gostosas. Acompanhamos com uma taça de branco reserva da vinícola.
De principal, a Carmen pediu o bacalhau em crosta de broa de milho com batatas ao murro.
Eu fui de cordeiro com batatas, acompanhei com uma taça de Touriga Nacional na vinícola.
Os pratos estavam saborosos.
De sobremesa dividimos o duo de avelãs com frutas vermelhas sobre cama de pipoca com chocolate, acompanhado de uma taça de Porto Tawny 10 anos. Muito bons.
Passamos ainda no convento da Igreja de Santa Cruz.
Voltamos ao hotel e aproveitamos a piscina e o banho norueguês.
14/9/2022
Pela manhã, seguimos para Pinhão,
onde visitamos a bela estação de trem
e fizemos o passeio de barco de 1 hora pelo Rio Douro.
Demos sorte, pois, além de não chover, em alguns momentos fez sol. O tempo estava muito doido: chovia, chovia com sol, ficava nublado - tudo em seguida. A sorte foi que só deu chuva fraca e não atrapalhou muito.
De noite, fomos jantar no Restaurante DOC, do chefe Rui Paula.
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Como amuse bouche, foi servido um tartar de atum sobre uma telha de alga e um sanduíche de cenoura com molho de tomate.
De entrada, comi o ovo a baixa temperatura e a alheira (exótico e delicioso).
De principal a Carmem pediu o Robalo com xerém de amêijoa, mas não gostou porque era cozido (eu provei e achei suave e equilibrado).
Eu pedi o polvo grelhado com infusão de azeite extra virgem e alho, que estava excelente.
Como pré-sobremesa serviram uma “explosão de frutas vermelhas”, um suspiro recheado com um doce de frutas vermelhas.
De sobremesa, dividimos a panna cotta de côco e baunilha, ruibarbo e morango. Muito saborosa.
A Carmem bebeu uma taça de vinho branco Mapa 2019. Eu, uma de Gil Vinhas Velhas 2020 branco com a entrada e uma de Duas Árvores Reserva 2018 tinto, que funcionou bem com o polvo.
Antes da conta, veio ainda um cookie com marshmallow de maçã verde.
15/9/2022
No caminho para a Espanha, paramos para conhecer Braga. Valeu demais a visita. A cidade é linda. Com mais tempo, valeria demais passar uma noite.
Primeiro visitamos a igreja de Bom Jesus do Monte. Como a de Lamego, foi construída em um monte com acesso por centenas de degraus para o peregrino mais corajoso. Fomos direto até a igreja. Mas parando um pouco distante tivemos que ainda dar uma boa caminhada. A igreja é lindíssima. Com decoração leve e uma escultura de Jesus no monte das oliveiras no altar lindíssima. Ao lado da igreja tem tuas capelas. Uma com a escultura da ascensão de Jesus na cruz, e a outra da descida da cruz. Em toda a subida da escadaria tem várias capelas similares com as 14 estações da Paixão de Cristo.
Quando descemos de carro, vimos vários automóveis estacionados. Paramos e descobrimos que dava para a metade da escadaria com linda vista da igreja.
Seguimos para o centro de Braga, onde fizemos uma boa caminhada.
Passamos pela capela e casa dos Coimbras,
pela igreja de Santa Cruz,
pelo Palácio do Raio,
pela Praça da República,
pelo Largo de São Francisco,
pela Torre de Menagem,
pela Fonte do Dragão
pelo Jardim de Santa Bárbara com o antigo Paço Arquiepiscopal,
e pela Sé de Braga.
Ainda provei a frigideira de Braga, o salgado de massa com carne dentro, que era gostosinho.
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